Gripe Espanhola: Curiosidades, origem, consequências e história 

É como uma máquina do tempo histórica que nos faz refletir sobre o que acontece hoje

Gripe Espanhola curiosidades

Estamos em um período histórico em que o termo “pandemia” é mais difundido do que nunca. Em suma, vivemos uma pandemia (Covid-19) e isso nos faz lembrar da história das pandemias. Confira algumas curiosidades sobre a Gripe Espanhola e com ela marcou o mundo todo. Certamente, é uma das doenças que ensinam sobre como lidar, e como não lidar, com uma contaminação mundial; 

curiosidades sobre a Gripe Espanhola
(Reprodução)

A história mostra que as buscas por vacinas, obrigatoriedade do uso de máscaras, isolamento social e até lockdown não são coisas novas. Estamos falando de 50 milhões de mortes causadas por essa pandemia. Sem dúvida, é uma base de análise para ações de combate a doenças até hoje. 

Curiosidades sobre a Gripe Espanhola 

máscaras gripe espanhola
(Reprodução)

Trata-se de uma pandemia registrada no século passado (XX). Ou seja, é algo relativamente novo. Ainda há muitas pessoas que passaram por aquela fase e ainda estão aqui para contar a história. As estatísticas da época falam de 50 milhões de morte, mas as dificuldades de medição histórias podem apresentar erros. Sendo assim, podemos estar falando de muito mais. 

A doença atingiu majoritariamente a Europa e EUA, e não apenas a Espanha. O nome Gripe Espanhola, em suma, foi criado por a doença ter sido amplamente divulgada na mídia do país. Sem dúvida, para os historiadores, a doença acabou se espalhando mundialmente durante a Primeira Guerra Mundial (1914 – 1918). 

Origem da Gripe Espanhola 

fim da gripe espanhola
(Reprodução)

Hoje, enfim, sabemos que movimentações entre países, de fato, ajudam muito a espalhar um vírus. Acredita-se que a doença tenha surgido no interior dos Estados Unidos, por exemplo, mas não há confirmação sore a origem real da Gripe Espanhola. Portanto, ela pode ter surgido nos EUA e se alastrado na Europa. 

Até mesmo o Brasil foi marcado por essa contaminação perigosa. O contexto da Primeira Guerra Mundial, em suma, foi bastante responsável pelo espalhamento. As movimentações mundiais, portanto, provam que, talvez, se houvesse menos vai e volta na época, talvez as coisas tivessem sido diferentes. Mas nunca saberemos, de fato. 

Gripe Espanhola no Brasil 

mortes pela gripe espanhola
(Reprodução)

A Gripe Espanhola chegou ao Brasil em setembro de 1918. Mas, lembremo-nos que era mais difícil medir esses detalhes na época. Hoje, por exemplo, já está claro que a Covid-19 já estava no Brasil antes do que se imaginava. Enfim, a Gripe Espanhola conseguiu se alastrar pelo Brasil.  

Grandes centros urbanos, como São Paulo e Rio de Janeiro sofreram bastante. Mas lugares mais afastados também foram atingidos. Em suma, no Brasil, foram registradas 35 mil mortes causadas pela Gripe Espanhola. 

Sintomas 

o que é gripe espanhola
(Reprodução)

A doença era mortal, principalmente por a medicina da época ter sido pega de surpresa. Até mesmo hoje, os especialistas demoram preciosos meses para desenvolver vacinas e tratamentos para a Covid-19. Sendo assim, fica mais fácil imaginar que lá na década de 1910 as coisas eram mais complicadas. 

Os sintomas eram como os de outras gripes virais. Febre, tosse, dores, coriza, por exemplo, eram marcas da doença. Uma segunda onda da Gripe Espanhola, em síntese, trouxe uma nova fase de mortalidade. Esse é mais um detalhe histórico que serve como dado de combate a pandemias atualmente. 

Consequências 

história pandemias
(Reprodução)

Entre as curiosidades sobre a Gripe Espanhola que mais se destacam, está a similaridade com outras pandemias. Os sistemas de saúde entraram em colapso, aglomerações foram proibidas, foram impostos toques de recolher e limitações de funcionamento a diversos setores, máscaras eram essenciais. Sem dúvida você deve achar que estamos falando de 2019, 2020 ou 2021, mas não. Essa era a realidade na década de 1910 com a Gripe Espanhola. 

Como a Gripe Espanhola acabou? 

gripe espanhola guerra mundial
(Reprodução)

Medidas desesperadas ajudaram a diminuir as contaminações e, em síntese, levar ao fim da pandemia. Fronteiras foram fechadas, escolas e teatros também. Tudo que causava aglomerações foi suspenso. As medidas de assepsia passaram a ser obrigatórias. Locais públicos, por exemplo, eram lavados e as pessoas precisavam manter a limpeza dos lares em dia. 

Nos Estados Unidos, por exemplo, quem não usasse máscara poderia ser multado em até US$ 100. Se isso já é muito dinheiro hoje, imagine naquela época. Quando as pessoas começaram a perceber, de fato, que as aglomerações eram focos de contaminação, tudo começou a mudar.  

Um consenso entre historiadores conclui que o fim da pandemia de Gripe Espanhola ocorreu em 1920. Isso ocorreu, em suma, por causa da resistência ao vírus que as pessoas passaram a ter, e não pelo fim do vírus. 

A segunda onda foi mais mortal que a primeira, mas ainda houve uma terceira. Ou seja, os organismos se acostumaram a lutar contra a gripe. Mas, para isso, 50 milhões de pessoas morreram. Sendo assim, deixar as pessoas ganharem imunidade sem proteção é uma péssima medida. 

Se os governos simplesmente tivessem deixas as pessoas livres para ficarem imunes pegando o vírus. Os dados, certamente, seriam muito mais terríveis do que 50 milhões de morte, que já é um número assustador. 

Qual foi a cura para a Gripe Espanhola? 

mortes pandemias
(Reprodução)

Não houve cura, pois ela existe até hoje, só que de outras formas. As gripes acontecem sazonalmente. Diversas formas e gravidades atingem o mundo todo. Há vacinas, tratamentos e cuidados a serem tomados, mas todo mundo já teve algum tipo de gripe.  

Acredita-se que a imunidade que as pessoas passaram a mostrar ante ao vírus foi a responsável pelo fim da pandemia. Ou seja, a Gripe Espanhola jamais foi erradicada, ela apenas deixou de ser uma pandemia e tornou-se menos mortal. Por outro lado, ainda pode matar e novas pandemias mostram que o problema em si está longe do fim.

Fator causador

A Gripe Espanhola foi a primeira pandemia de H1N1 do mundo, ou seja, é um vírus já conhecido por nós, mesmo hoje. A segunda pandemia desse vírus ocorreu em 2009, portanto, é bem recente. Devido aos avanços da medicina, o estrago foi menor. Mas, mesmo assim, causou muitas mortes e preocupou o mundo novamente.

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